domingo, 3 de março de 2013

quarta-feira, 21 de novembro de 2012

Sumida ? eu sei

Meninas desculpem ter sumido assim
afinal fiquei sem postar 3 meses ... :(
Desculpem mesmo prometo que isso não vai acontecer mais
To super feliz vou ser DINDAAAA
Acabei de descobrir hoje
To sem novidades também , aqui não tem acontecido nada de mais
to super feliz com a gravidez da Luana que Deus te ilumine cada vez mais minha flor!

segunda-feira, 27 de agosto de 2012

Riscos da mulher obesa em fazer dieta na gravidez


Nenhuma dieta de restrição deve ser feita durante a gravidez a não ser por uma recomendação médica com acompanhamento profissional.


Uma das primeiras coisas que aparecem na mente quando uma mulher diz que está grávida é o aumento de peso. Se essa mulher está com sobrepeso ou já está obesa tem que tomar muito cuidado com a balança.
A mulher já ganha peso naturalmente na gravidez por razões óbvias. Agora a mulher obesa que ganhar quilos, seja por sedentarismo ou por má alimentação, correm risco de prejudicar a si e ao bebê. Essas mamães podem desenvolver diabetes gestacional, hipertensão, pré-eclampsia (que em casos extremos pode resultar na morte da mamãe e/ou do bebê), causando retardo do crescimento intra-uterino.
O problema é que fazer dieta não é recomendável para quem está grávida. Evitando alguns alimentos importantes, a mulher pode deixar de ingerir proteínas, carboidratos, vitaminas e minerais, essenciais para o crescimento e desenvolvimento do bebê.
O que fazer então se não pode engordar e também não pode restringir a alimentação?
Um artigo publicado no periódico "The Journal of the National Medical Association" concluiu que gestantes obesas que seguem uma dieta equilibrada e engordam pouco têm a gravidez e o bebê mais saudáveis do que aquelas que ganham muitos quilos.
Uma dieta balanceada contendo tudo o que mamãe e bebê precisam para o melhor desenvolvimento da gestação é o recomendável. Lembre-se: a gestante obesa pode perder peso durante a gravidez contanto que sua alimentação seja adequada e não restritiva.
Para não ter dúvidas se a sua alimentação está ou não apropriada para o pleno desenvolvimento da gravidez, avaliações médicas devem ser realizadas periodicamente. E o acompanhamento da alimentação com um nutricionista deve estar nos planos de uma grávida acima do peso.
Indicações de atividades físicas devem ser determinadas por profissionais e não pela sua amiga que estava grávida algum tempo atrás. Suas necessidades nem sempre batem com a da sua amiga.

O desenvolvimento do bebê prematuro


Bebês prematuros exigem cuidados especiais e seu desenvolvimento em relação à cronologia não deve ser comparado de igual para igual com outros bebês.


Bebês prematuros são mais frágeis e exigem diversos cuidados especiais para que o seu desenvolvimento não seja prejudicado. Um bebê é considerado prematuro se nasce antes das 37 semanas de gestação.
Segundo a pediatra Maria Otilia Nunes Bianchi, prematuros que nascem com menos de 1,5Kg e/ou 32 semanas são considerados de maior risco para comprometimentos do desenvolvimento neurológico. Esses pequenos podem desenvolver várias complicações, como dificuldades respiratórias, sangramento intracraniano, infecções, perda rápida de calor, dificuldade para se alimentar, entre outros problemas que podem afetar negativamente o amadurecimento cerebral.
A formação do cérebro humano começa no início da vida do feto, porém, em muitos aspectos o desenvolvimento cerebral é longo e demorado. “Quanto mais novo é o bebê, menos desenvolvido é o cérebro, assim o risco de ter complicações e sequelas é maior”, explica a pediatra. Desta forma, quando o bebê é prematuro, o desenvolvimento cerebral que estava acontecendo dentro da barriga da mamãe sofre alterações de acordo com o estímulo que o bebê vai receber após o nascimento. Para que isso seja feito da melhor maneira possível, o prematuro deve ficar um tempo internado em unidades de tratamento intensivo.
Normalmente, os protocolos de atendimento neonatal se preocupam em manter rotinas que respeitem o horário de sono do bebê, o controle da luminosidade e o barulho, além da presença dos pais sem horário de visita para garantir mais conforto e evitar situações de stress durante a estadia do bebê no hospital.
Os pais devem ficar presentes o maior tempo possível, o contato com a pele faz o bebê criar laços afetivos primordiais para o seu desenvolvimento. É importante colocar as mãos no bebê para que ele sinta o estímulo, além disso, os pais devem ajudar nas trocas de fralda e auxiliar com o processo de alimentação.
Quando o pequenino for para casa, é muito importante que os pais continuem com os estímulos, conversem e cantem para o bebê, deem colo sempre que puderem e mantenham um ambiente confortável. Isso tudo representa o estímulo que eles precisam para manter o cérebro em desenvolvimento.
Aqueles bebês que apresentam complicações durante a internação devem ser acompanhados por uma equipe multidisciplinar, de acordo com suas necessidades e dificuldades. Normalmente, a equipe é formada por fisioterapeuta, neurologista, oftalmologista e fonoaudiólogo. Porém, a Dra. Maria Otília garante que grande parte dos prematuros são acompanhados apenas por pediatras, pois estes são capazes de avaliar as situações e encaminhar a outros especialistas quando necessário.
Ainda segundo a médica, o Brasil é o país campeão em cesarianas, por isso, a grande maioria dos bebês não nasce com as 40 semanas de gestação que são recomendadas e sim com 39 para menos. Para fazer a avaliação de um bebê prematuro, o médico deve ajustar a sua idade pós parto levando em consideração as semanas que faltariam para as 40 semanas completas. Este ajuste é chamado de “Idade Corrigida” e é avaliado de acordo com o desenvolvimento motor e psicológico do bebê.
A pediatra explica que um bebê nascido com 32 semanas de gestação (7 meses completos), ao ser avaliado por seu grau  de desenvolvimento físico e neurológico aos 4 meses de idade pós-parto, deve ter a sua idade corrigida para 2 meses. “O tempo que o bebê leva para amadurecer fora do útero como um bebê nascido de 40 semanas é levado em consideração quando fazemos o ajuste de idade corrigida”, diz.
Os prematuros saudáveis, que não se encaixam na faixa de idade e peso de alto risco são bebês que se estimulados de forma correta, não sofrem sequelas. Não se deve considerar que os prematuros estão atrasados em relação aos outros bebês, o cálculo da idade corrigida é muito importante, pois serve para fazer o ajuste correto para uma avaliação mais justa e adequada do bebê.

domingo, 26 de agosto de 2012

Gestação Anembrionária ou Ovo Cego


Uma gestação na qual o óvulo fertilizado se implanta no útero mas o embrião não se desenvolve e a gestante só descobre após algumas semanas.


A gestação anembrionária, também chamada de ‘ovo cego’, como o próprio nome diz, é uma gravidez sem embrião. Isso acontece quando o óvulo fertilizado se implanta no útero, porém o embrião não se desenvolve. Normalmente, o problema é diagnosticado através do exame de ultrassonografia feito no primeiro semestre da gestação, quando o médico visualiza o saco gestacional vazio.
A princípio, o problema não é genético, isto é, pode acontecer com qualquer mulher, e a maioria delas tem gestações normais futuramente. 
Segundo o Dr. João Henrique Araujo Fernandes, ginecologista do Hospital Ana Costa, a patologia se enquadra dentro dos casos de aborto. A chance de uma mulher abortar logo no início da gravidez é bastante alta, variando de 15% a 40%. “Em se tratando apenas dos casos de ovo cego, não existe uma causa definida, não sendo portanto genético, diferentemente das outras entidades do aborto em que existem causas genéticas, imunológicas, infecciosas, anatômicas e hormonais”.
O especialista explica que a mulher pode ter alguns sintomas que indiquem o problema. “A mãe pode apresentar sinais como diminuição dos sintomas gravídicos, como náuseas, vômitos e diminuição da turgescência das mamas, e algum sangramento genital pode ocorrer antes do diagnostico ultrassonográfico”, diz o Dr. Fernandes. 
Em 80% dos casos de ovo cego a paciente entra espontaneamente em trabalho de abortamento em até três semanas. Entretanto, a conduta nesses casos de ovo cego vai depender muito do estado emocional materno. “Esse período é infinitamente grande e angustiante para a mulher, e muitas vezes, usamos tratamento medicamentoso para fazer com que ocorra a eliminação do material uterino e, em alguns casos é necessária a realização de uma curetagem uterina”.
A recomendação para uma paciente que teve um ovo cego é que ela espere três meses para tentar uma nova gestação.

Dicas para um banho gostoso no inverno



Se você é daqueles pais que morrem de pena de banhar o bebê quando está frio e acham que não tem nenhum problema enforcar o banho de vez em quando, esqueça! Essa teoria é furada. O banho dos pequeninos precisa ser diário, faça chuva ou faça sol! Inclusive, a cabeça precisa ser lavada todos os dias.
Para não judiar do bebê, durante o inverno, dê o banho nos horários mais quentes do dia, perto da hora do almoço. O ideal é banhar antes de alimentá-lo, caso contrário, o banho deve ser breve.
Mesmo no frio, a temperatura da água não pode estar muito quente, pois resseca a pele do bebê. Se o dia estiver gelado, uma boa dica para manter o bebê aquecido é colocar uma toalhinha molhada com água morna na barriga durante o banho.
Os pais podem saber facilmente se a criança está com frio: as mãos e pés ficam roxos e a face pálida. Nesse caso, acelere o banho, enxugue bem e vista a criança o mais rápido possível, começando pela parte de cima para que o tórax fique aquecido.

Leite materno contra a asma


Estudo sueco sugere que bebês que amamentam exclusimente leite materno nos 4 primeiros meses ou mais têm 37% menos risco de ter asma.

A defesa do leite materno no combate à asma

Que a amamentação exclusiva durante os primeiros meses de vida do bebê é importantíssimo para o seu desenvolvimento e crescimento ninguém mais duvida. Não dá nem para contar nos dedos a quantidade de benefícios que o leite da mamãe proporciona ao bonitinho que surgiu no mundo. Pesquisadores informam que a amamentação também pode ser uma arma contra a asma.
aasma é uma doença inflamatória dos brônquios e tem como sintomas tosse, chiado no peito e falta de ar. A frequência com que a asma aparece é variável, mas constantemente prejudica as brincadeiras, sono e estudos da criança que apresenta essa doença respirató
O estudo feito pelo Instituto Karolinska, na Suécia, destaca que a mãe ao amamentar exclusivamente seu bebê durante pelo menos os primeiros quatro meses transfere para o filho anticorpos e proteínas que podem impedir o aparecimento de infecções.
Os estudiosos suecos avaliaram cerca de quatro mil crianças, sendo estas acompanhadas até os oito anos de idade. Os resultados da pesquisa indicam que as crianças que foram amamentadas exclusivamente por pelo menos quatro meses de vida apresentaram menor ocorrência de asma do que as crianças que foram amamentadas por menos tempo.
Segundo os resultados da pesquisa, bebês alimentados exclusivamente pelo leite materno por quatro meses ou mais de vida têm 37% menor risco de asma. Outra conclusão do estudo é que o aleitamento materno foi associado a uma melhor função pulmonar aos oito anos de idade.
Poderoso leite - Outro estudo feito com 7.000 crianças e adolescentes entre seis e 15 anos, feito na Universidade de Sunderland (Reino Unido) indica que as crianças amamentadas exclusivamente até os seis meses de vida tiveram menores taxas de prevalência de asma, rinite e eczema, e o efeito foi mais evidente em meninos do que em meninas.
Amamentar é bom tanto para a mamãe quanto para o bebê e esse benefício é levado para o resto da vida dos dois. Siga as orientações necessárias e busque ajuda para que a sua amamentação seja realizada adequadamente.